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Revision de los desastres naturales de origen natural en la Ciudad de Panama en un periodo de 50 años.

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UNIVERSIDAD DE PANAMA FACULTAD DE HUMANIDADES DEPARTAMENTO DE GEOGRAFA ESCUELA DE GEGRAFO PROFESIONAL

"REVISIN CRONOLGICA DE LOS PRINCIPALES DESASTRES NATURALES OCURRIDOS EN LA CIUDAD DE PANAM: PERIODO 1950-2000"

Trabajo de Graduacin presentado a la Universidad de Panam como condicin para optar por el Ttulo de Licenciado en Geografa, Gegrafo Profesional.

PABLO YOVN AGUILAR BARRIGA

2001

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JURADO EVALUADOR Y CALIFICADOR

__________________________________ Magster Elas A. Lpez Otero (asesor) _________________________________ Magster Rul E. Ramos F. (jurado) ________________________________ Lic. Hector Cedeo Barrios (jurado)

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DEDICATORIA

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A MI MADRE POR TODO EL APOYO QUE ME BRINDA SIN NINGN INTERS A DIOS POR DARME SALUD Y SABIDURA EN ESTA EMPRESA INVESTIGATIVA QUE TIENE FELIZ TERMINO AL CUERPO DOCENTE DE LA ESCUELA DEL GEGRAFO PROFESIONAL POR SU AYUDA Y RESPALDO AL COMPAERO CLARENCE ULISES DE LEN POR SU VALIOSA AYUDA Y COLABORACIN

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AGRADECIMIENTO

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Al Instituto de Geociencias y a la ex-directora Profesora Nydia Mara Cardoze C., al igual que a su personal. Tambin al Ingeniero Salvador Rodrguez, Decano de la Facultad de Ingeniera Civil de la Universidad Tecnolgica de Panam y a la Profesora Obdulia de Guizado y Mabis de Sedas; al Sistema Nacional de Proteccin Civil (SINAPROC) por haberme apoyado en todo momento, tal como lo hicieron, el Magster Jaime Toral B. y el Profesor Elas Lpez O. asesor de este Trabajo de Graduacin.

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TABLA DE CONTENIDO Jurado Evaluador y calificador...................................................................ii Dedicatoria................................................................................................iii Agradecimiento..........................................................................................v Tabla de Contenido..................................................................................vii Lista de Abreviaturas y Siglas..................................................................xii ndice de Cuadros....................................................................................xiii ndice de Grficas.....................................................................................xv ndice de Mapas.......................................................................................xvi Resumen................................................................................................xviii Introduccin.............................................................................................xix CAPITULO PRIMERO...........................................................................1 1.CARACTERSTICAS GENERALES DEL REA DE ESTUDIO: MARCO GEOGRFICO...................................................................2 1.1.Delimitacin del rea de Estudio.........................................................2 1.1.1.Ubicacin...........................................................................................2 1.1.2.Localizacin.......................................................................................2 1.1.3.Superficie...........................................................................................2 1.1.4.Lmites...............................................................................................4 1.1.5.Linderos Legales................................................................................4 1.1.6.Divisin Poltica................................................................................5 1.2.Marco Fisiogrfico y Regional.............................................................7 1.2.1.Regiones Morfoestructurales.............................................................7 1.2.1.1.Regin de Montaa.........................................................................7 1.2.1.2.Regin de Cerros Bajos y Colinas..................................................7 1.2.1.3.Regiones Bajas y Planicie Litoral (Cuenca Sedimentaria).............7 1.2.2.Relieve...............................................................................................8 1.2.2.1.Planicie Litoral y Costas Bajas.......................................................8 1.2.2.2.Colinas y Llanuras..........................................................................8 1.2.2.3.Cerros Bajos y Colinas.................................................................10 1.2.2.4.Montaas Bajas y Cerros Altos....................................................10

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1.2.2.5.Montaas Medias y Bajas (valle intermontano)...........................10 1.2.2.6.Montaas Altas (horts y estructuras volcnicas).........................10 1.2.3.Pendientes........................................................................................11 1.2.3.1.Plano.............................................................................................11 1.2.3.2.Plano a Ligeramente Ondulado....................................................11 1.2.3.3.Ligeramente Ondulado.................................................................11 1.2.3.4.Ondulado......................................................................................14 1.2.3.5.Moderadamente Inclinado............................................................14 1.2.4.Geologa..........................................................................................14 1.2.4.1.Rocas Sedimentarias....................................................................14 1.2.4.1.1.Formacin Las Lajas (QR-Ala).................................................15 1.2.4.1.2.Formacin La Boca (TM-CUlb)................................................15 1.2.4.1.3.Formacin Culebra (TM-CU)....................................................15 1.2.4.1.4.Formacin Carab (TOCAIca)..................................................15 1.2.4.1.5.Formacin Panam Fase Marina (TO-PAfm)...........................15 1.2.4.1.6.Formacin Gatuncillo (TE-G)...................................................16 1.2.4.2.Rocas Plutnicas...........................................................................16 1.2.4.3.Rocas Volcnicas..........................................................................16 1.2.4.3.1.Formacin Cucaracha (TM-C)..................................................16 1.2.4.3.2.Formacin Panam Fase Volcnica (TO-PAfv)........................16 1.2.4.3.3.Formacin Bas Obispo (TO-PAob)...........................................16 1.2.4.3.4.Formacin Playa Venado (K-VE).............................................17 1.2.4.4.Aspectos Tectnicos.....................................................................17 1.2.5.Geomorfologa.................................................................................20 1.2.6.Suelos...............................................................................................21 1.2.6.1.Tierras Planas o Ligeramente Onduladas.....................................21 1.2.6.1.1.Tierras de Mareas (MS).............................................................21 1.2.6.1.2.Llanuras de Suelos Arcillosos (LL)...........................................21

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1.2.6.1.3.Llanuras de Suelos de Aluvin Reciente (LAR)......................23 1.2.6.1.4.reas Mezcladas........................................................................23 1.2.6.2.Tierras de Colinas, Llanuras y Abanicos Volcnicos Cortados e Inclinados..................................................................................................23 1.2.6.2.1.Tierras de Colinas de Suelos Arcillosos, Rojizos y aveces Pedregosos (H).........................................................................................24 1.2.6.2.2.Llanuras de Suelos de Horizontes de Arcilla Compacta Planosoles (LP).....................................................................................24 1.2.6.2.3.reas Mezcladas........................................................................24 1.2.6.3.Tierras Montaosas, Cordilleras, Cimas y Laderas.....................25 1.2.6.3.1.Cordilleras y Cimas Montaosas Bajas, Colinas y Laderas y Montes Escarpados de 245 metros a 760 metros sobre el nivel medio del mar; Bosques Fluviales (M)..............................................................25 1.2.6.3.2.Cordilleras Montaosas, Cimas y Piedemontes Montaosos de 760 Metros a 1980 metros sobre el nivel medio del mar; Bosques Subtropicales Perennifolios (MT)............................................................25 1.2.7.Rgimen Climtico..........................................................................26 1.2.7.1.Clima Tropical Hmedo (Ami)....................................................26 1.2.7.2.Clima Tropical Seco (Awi)...........................................................26 1.2.7.3.Datos Meteorolgicos...................................................................29 1.2.7.3.1.Precipitacin..............................................................................29 1.2.7.3.2.Temperatura...............................................................................33 1.2.7.3.3.Humedad Relativa.....................................................................38 1.2.7.3.4.Velocidad del Viento.................................................................38 1.2.8.Red Hidrogrfica.............................................................................41 CAPITULO SEGUNDO........................................................................46 2.ETAPAS DEL CRECIMIENTO ESPACIAL Y DEMOGRFICO DE LA CIUDAD DE PANAM............................................................47 2.1. poca Colonial: de 1519 a 1821........................................................47

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2.2.Unin a Colombia: de 1821 a 1903....................................................49 2.3.poca Republicana: de 1903 en adelante...........................................50 2.3.1.De 1903 a 1950................................................................................50 2.3.2.De 1950 hasta el ao 2000...............................................................53 2.4. Acuerdos que Reglamentan la Expansin de la Ciudad de Panam..68 2.5.Red Vial de la Ciudad de Panam......................................................71 2.6.Incorporacin de las reas Revertidas del Canal al Desarrollo Urbano......................................................................................................71 2.6.1.Autoridad de la Regin Interocenica.............................................73 2.6.2.Comentarios Generales Acerca de los Planes de Uso de Suelo de las reas Revertidas......................................................................................73 2.6.2.1.Plan Regional..............................................................................75 2.6.2.2.Plan General................................................................................75 CAPITULO TERCERO.......................................................................77 3.PANORMICA DE LOS DESASTRES NATURALES OCURRIDOS EN LA CIUDAD DE PANAM..................................78 3.1.Desastres Naturales: Aspectos Conceptuales.....................................78 3.1.1.Deslizamientos................................................................................78 3.1.2.Inundaciones...................................................................................78 3.1.3.Sismos.............................................................................................79 3.1.3.1.Temblores....................................................................................80 3.1.3.2.Los Maremotos o Tsunamis........................................................80 3.1.3.3.Los Terremotos...........................................................................80 3.1.4.Vientos Huracanados......................................................................82 3.1.4.1.Los Huracanes..............................................................................82 3.1.4.2.Los Tornados................................................................................82

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3.2.Clasificacin de los Desastres............................................................83 3.2.1.Naturales..........................................................................................83 3.2.1.1.Tectnicos.....................................................................................83 3.2.1.2.Meteorolgicos.............................................................................83 3.2.1.3.Topolgicos..................................................................................84 3.3.2.Antrpicos.......................................................................................84 3.3.Principales Desastres Naturales Ocurridos en la Ciudad de Panam.....................................................................................................84 3.3.1.Deslizamientos.................................................................................84 3.3.2.Inundaciones....................................................................................87 3.3.3.Sismos..............................................................................................96 3.3.4.Vientos Huracanados.......................................................................99 3.3.5.Tornados........................................................................................101 3.4.Anlisis Espacial de los Desastres Naturales en la Ciudad de Panam....................................................................................................102 3.4.1.Problemtica de los Deslizamientos..............................................103 3.4.2.Inundaciones en la Ciudad Capital................................................105 3.4.3.Impacto Ssmico............................................................................109 3.4.4.Aspectos de la Incidencia de los Vientos Huracanados................114 3.4.5.Los tornados en la Ciudad de Panam...........................................116 Conclusiones...........................................................................................119 Recomendaciones...................................................................................126 Bibliografa.............................................................................................127 Glosario..................................................................................................135 Anexo No 1: Registros de Deslizamientos.............................................139 Anexo No 2: Registros de Inundaciones................................................141 Anexo No 3: Registros Ssmicos............................................................151 Anexo No 4: Registros de Vientos Huracanados...................................156

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Lista de Abreviaturas y Siglas AID: Agencia Interamericana de Desarrollo (siglas en ingls). CGRP: Contralora General de la Repblica de Panam. DEC: Direccin de Estadstica y Censo. ETESA: Empresa de Transmisin Elctrica S. A. EUPAN: Editorial Universitaria de Panam. IDEN: Instituto de Estudios Nacionales. IGC: Instituto de Geociencias. IGNTG: Instituto Geogrfico Nacional Tommy Guardia. IICA: Instituto Interamericano de Ciencias Agrcolas. IRHE: Instituto de Recursos Hidrulicos y Electrificacin. ITCZ: Zona de Convergencia Intertropical (siglas en ingles). Km/h: Kilmetros por hora. m: metros. mm: Milmetros de precipitacin. MM: Escala Modificada de Mercalli. MOP: Ministerio de Obras Pblicas. MPH: Millas Nuticas por hora. ONU: Organizacin de las Naciones Unidas. PNUD: Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo. SINAPROC: Sistema Nacional de Proteccin Civil. UNDRO: Programa de Entrenamiento en el Manejo de Desastres (siglas en ingles). UNAM: Universidad Nacional Autnoma de Mxico. UP: Universidad de Panam.

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NDICE DE CUADROS Cuadro No 1: Precipitacin Pluvial Promedio, Mxima y Mnima Registrada en la Estacin Meteorolgica de Tocumen, Segn Mes: Aos 1986-1995.....................................................31 Cuadro No 2: Precipitacin Pluvial Promedio, Mxima y Mnima Registrada en la Estacin Meteorolgica de las Cumbres, Segn Mes: Aos 1986-1995....................................34 Cuadro No 3: Temperatura Promedio Registrada en la Estacin Meteorolgica de Tocumen, Segn Mes: Aos 1985-1995......36 Cuadro No 4: Humedad Relativa Registrada en la Estacin Meteorolgica de Tocumen, Segn Mes: Aos 1985-1994......39 Cuadro No 5: Velocidad Media del Viento Registrada en la Estacin Meteorolgica de Tocumen, Segn Mes: Aos 19701992...........................................................................................42 Cuadro No 6: Poblacin de la Ciudad de Panam. Segn Sector y Barrio. Ao 1940........................................................55 Cuadro No 7: Poblacin y Viviendas Ocupadas en la Ciudad de Panam, segn sector y corregimiento: Ao 1970................61 Cuadro No 8: Poblacin y Viviendas Ocupadas en la Ciudad de Panam. Segn Sector y Corregimiento: Ao 1980..................62 Cuadro No 9: Poblacin y Viviendas Ocupadas en la Ciudad de Panam. Segn Sector y Corregimiento: Ao 1990..................64 Cuadro No 10: Poblacin y Viviendas Ocupadas en la Ciudad de Panam. Segn Sector y Corregimiento: Ao 2000.............65

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Cuadro No 11: Clasificacin de los Desastres por su Origen segn el Sistema Nacional de Proteccin Civil (SINAPROC)..85 Cuadro No 12: Lugares Poblados Afectados por Deslizamientos de Tierra en la Ciudad de Panam: Segn Corregimiento............................................................................88 Cuadro No 13: Comunidades Afectadas por Inundaciones en la Ciudad de Panam: Segn Corregimiento.................................91 Cuadro No 14: Principales Inundaciones Ocurridas en la Ciudad de Panam: Registros con ms de mil damnificados............................................................................106 Cuadro No 15: Eventos Ssmicos ms Significativos como Emergencias o Desastres en la Ciudad de Panam..................111 Cuadro No 16: Los Terremotos ms Mortferos: Aos de 1988-1999. A Nivel Mundial...................................................113 Cuadro No 17: Principales Vientos Huracanados que han Impactado la Ciudad de Panam..............................................115

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NDICE DE GRFICAS Grfica No 1: Precipitacin Pluvial Promedio , Mxima y Mnima Registrada en la Estacin Meteorolgica de Tocumen: Aos 1986-1995.........................................................................32 Grfica No 2: Precipitacin Pluvial Promedio, Mxima y Mnima Registrada en la Estacin Meteorolgica de las Cumbres: Aos 1986-1995........................................................35 Grfica No 3: Temperatura Promedio Registrada en la Estacin Meteorolgica de Tocumen: Aos de 1985-1995.....................37 Grfica No 4: Humedad Relativa Registrada en la Estacin Meteorolgica de Tocumen: Aos 1985-1994..........................40 Grfica No 5: Velocidad Media del Viento Registrada en la Estacin Meteorolgica de Tocumen: 1970-1992.....................43

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NDICE DE MAPAS Mapa No 1: Posicin Regional y Global de la Ciudad de Panam.........................................................................................3 Mapa No 2: Lmites y Divisin Poltica Administrativa de la Ciudad de Panam.......................................................................6 Mapa No 3: Regiones Morfoestructurales de la Ciudad de Panam.........................................................................................9 Mapa No 4: Relieve de la Ciudad de Panam..........................12 Mapa No 5: Pendiente de la Ciudad de Panam.......................13 Mapa No 6: Geologa de la Ciudad de Panam........................19 Mapa No 7: Geomorfologa de la Ciudad de Panam..............22 Mapa No 8: Suelos de la Ciudad de Panam............................27 Mapa No 9: Climas de la Ciudad de Panam...........................28 Mapa No 10: Red Hidrogrfica de la Ciudad de Panam.........45 Mapa No 11: La Ciudad de Panam y su Aglomeracin en 1950...........................................................................................54 Mapa No 12: La Ciudad de Panam y su Aglomeracin en 1976...........................................................................................58 Mapa No 13: Las Etapas del Crecimiento Espacial de la Ciudad de Panam. Ao 1983................................................................59 Mapa No 13a: Ciudad de Panam y Alrededores*...................67

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Mapa No 14: Expansin de la Ciudad de Panam....................70 Mapa No 15: Red Vial de la Ciudad de Panam......................72 Mapa No 16: Lugares Afectados por Desastres Naturales en la Ciudad de Panam: Periodo 1950-2000..................................108 * Mapa impreso en julio de 1990 por el IGNTG.

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RESUMEN El presente trabajo consta de tres captulos. El primer captulo aborda el contexto geogrfico del rea de estudio: La Ciudad de Panam. La posicin regional y global; y el aspecto fisiogrfico: geologa, geomorfologa, suelo, pendiente, regiones morfoestructurales, factores climticos y la red hidrogrfica. El segundo captulo versa sobre el aspecto poblacional y urbano. La conformacin espacio-temporal de la urbe capitalina. Es una revisin histrica del crecimiento urbano-espacial de la Ciudad de Panam desde la poca colonial hasta la actualidad. El tercer captulo desarrolla aspectos conceptuales acerca de los desastres naturales definiciones, su clasificacin, los principales desastres naturales acontecidos en la Ciudad de Panam y un breve anlisis espacial de su repercusin en la urbe capitalina.

INTRODUCCIN

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Marco Terico Conceptual: Los desastres naturales son sinnimo de sufrimiento, dolor y destruccin. Estos en la mayora de los casos se dan repentinamente y sin aviso. Los hay de diferente ndole, intensidad y magnitud. Tenemos por ejemplo: los huracanes, ciclones o tifones, los cuales, se pueden detectar con los adelantos tecnolgicos actuales, monitorear su curso y prevenir de esta manera daos mayores en las poblaciones que van a ser afectadas; los terremotos, los cuales no se pueden predecir cundo van a acontecer; las inundaciones que en cierta medida pueden ser prevenidas con estudios que indiquen las reas propensas a estos desastres, impidiendo que las poblaciones ubiquen sus hogares muy cerca de ros y quebradas, los cuales, en muchos casos, pertenecen a los terrenos que ocupa el cauce natural del ro o quebrada en temporada lluviosa; por ltimo se tiene los deslizamientos de tierra que afectan las vertientes de las unidades topogrficas de la ciudad, cuyas faldas por lo comn se encuentran habitadas, causando daos materiales y prdidas humanas. Definicin del Problema: Debido a los problemas (daos humanos y materiales) que ocasionan los desastres naturales anualmente en la Ciudad de Panam se hace necesario elaborar un documento que

contenga el listado cronolgico de los principales eventos ocurridos en la urbe panamea; como una fuente de consulta y referencia en las labores

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de prevencin y mitigacin que realizan los organismos encargados de velar por la seguridad de la poblacin ante determinada amenaza natural.

Objetivos: Se plantearon dos objetivos generales que son: 1) Hacer una inventario de los principales desastres naturales ocurridos en la Ciudad de Panam en las ltimas cinco dcadas; 2) Realizar una caracterizacin geogrfica de la Ciudad de Panam; tanto en el mbito fsico; como en su crecimiento espacial, demogrfico y urbano. As mismo se establecieron los siguientes objetivos especficos: 1) Identificar los principales desastres naturales ocurridos en la Ciudad de Panam; 2) Elaborar material cartogrfico de los hechos geogrfico-fsicos de la Ciudad de Panam; 3) Conocer el crecimiento espacial y demogrfico de la Ciudad de Panam; 4) Diferenciar los tipos de desastres y su clasificacin; 5) Realizar un breve anlisis de la situacin de los desastres naturales que afectan la Ciudad de Panam.

Justificacin: Debido a la problemtica que ocasionan los diferentes desastres naturales en la ciudad capital se hace necesario elaborar un documento que plasme el inventario, enumeracin, o revisin de los principales eventos que afectan o impactan la urbe panamea cada ao.

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Importancia: El trabajo adquiere relevancia por las siguientes razones: 1) Se toma pleno conocimiento sobre los diferentes desastres naturales que afectan la Ciudad de Panam; 2) Se aporta un nuevo documento que sirva como referencia a los diferentes profesionales e instituciones que se dedican a velar por la seguridad de la ciudadana en general ante los desastres naturales; 3) Se llena el vaco que existe con respecto a esta temtica; en el listado de trabajos de graduacin realizados hasta la fecha en las escuelas de Gegrafo Profesional y de Geografa e Historia; 4) Contribuye con el bienestar de la poblacin capitalina en general.

Metodologa: Primero se realiz una recopilacin de informacin de fuentes documentales e institucionales. Posteriormente se elabor la cartografa de forma manual (plumillas y trazador). Luego, se obtuvo material estadstico y mapas de crecimiento espacial de revistas

geogrficas y compendios de poblacin. Seguidamente se hizo los resmenes de los eventos naturales obtenidos y cuadros cronolgicos de los principales datos. Finalmente se edito el trabajo.

Tcnicas: Se utilizaron las siguientes: 1) La investigacin documental es el principal medio de consecucin de la informacin; 2) La revisin obligatoria del Atlas de Panam de 1965 y los Atlas Nacionales de

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Panam de 1975 y 1988; documentos geogrficos de indispensable consulta; 3) Revisin de los resmenes anuales de noticias de los principales diarios estndar que se publican en la Ciudad de Panam: La Prensa, La Estrella de Panam y el Panam Amrica; 4) La investigacin institucional, que consiste en la consecucin de informacin de primera mano en las entidades u organismos vinculados al tema; tales como: SINAPROC, Instituto de Geociencias, Facultad de Ingeniera Civil, etc.

Primer Captulo: Desarrolla una completa caracterizacin geogrfica de rea de estudio, en el cual, se incluyen temas como: ubicacin, extensin, lmites, as como tambin, el marco fisiogrfico regional, en el cual, se aborda las condiciones fsicas de la ciudad de Panam. La finalidad de este inventario de geografa fsica es dotar al estudio de un marco de referencia sobre las condiciones fsicas del rea a estudiar y la relacin o vinculo que tendr posteriormente con los desastres acontecidos en la Ciudad de Panam.

Segundo Captulo: Desarrolla la funcin histrica de la Ciudad de Panam y las principales caractersticas del crecimiento demogrfico, urbano y espacial. Aqu se toca el aspecto humano de mucha importancia. Los desastres naturales como tales no son perjudiciales y catastrficos sin

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la presencia de aglomeraciones humanas de gran magnitud. Caso de la Ciudad de Panam. Es el elemento humano quien determinar la magnitud de los daos. Si en el rea de estudio no hubiera una urbe como es la Ciudad de Panam, la cual, est integrada por toda su infraestructura y poblacin; que estos momentos ha tenido un crecimiento vertiginoso; ocurriran inundaciones, deslizamientos, terremotos, huracanes, o cualquier amenaza que interfiera o ponga en peligro el funcionamiento del sistema y este pasara desapercibido.

Tercer Captulo: Dirigir sus esfuerzos hacia la bsqueda de los principales desastres naturales registrados en la Ciudad de Panam; para ello se har una revisin hemerogrfica de los resmenes noticiosos que tradicionalmente publican a fin de ao diarios como: La Estrella de Panam, El Panam Amrica y La Prensa. La revisin se ejecutar a los ltimos cincuenta aos; tomando en cuenta que es a partir de terminada la segunda guerra mundial que la Ciudad de Panam adquiere un cariz de crecimiento demogrfico, espacial, urbano, y econmico, que en los

momentos actuales la ha convertido en el principal centro urbano de la Repblica de Panam.

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Por ltimo se emitirn las conclusiones, recomendaciones, bibliografa, glosario y los anexos o apndices.

CAPTULO PRIMERO

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1. CARACTERSTICAS GENERALES DEL REA DE ESTUDIO: MARCO GEOGRFICO. 1.1. Delimitacin del rea de Estudio. 1.1.1. Ubicacin. La ciudad de Panam est ubicada dentro de la Regin Metropolitana, en un punto aproximadamente equidistante con los puntos limtrofes de la Repblica de Panam: Repblicas de Costa Rica y Colombia. As mismo ocupa una posicin central en la provincia de Panam. Se encuentra enmarcada dentro de los linderos del Distrito de Panam. Asentada a orillas del Ocano Pacfico y adyacente al Canal de Panam: sector este. 1.1.2. Localizacin. La Ciudad de Panam se encuentra localizada entre las coordenadas geogrficas 8 54 18" y 9 16 46" de Latitud Norte y a 79 07 21" y 79 38 42" de Longitud Oeste con direccin Noreste-Suroeste, pertenece de esta manera a la provincia de Panam (ver Mapa No 1). 1.1.3. Superficie. La extensin superficial de la Ciudad de Panam es de 939.8421 km2, lo que representa un 36% del rea total de los Distritos de Panam y San Miguelito; que alcanza los 2,610.7501 km2.

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1.1.4. Lmites. Los lmites generales de la Ciudad de Panam son: al Norte con el

Corregimiento de Chilibre, al Sur con la Baha de Panam, al Este con el Distrito de Chepo y el Corregimiento de San Martn y al Oeste con el Corregimiento de Ancn (ver mapa No 2). 1.1.5. Linderos Legales. Los actuales lmites administrativos han sido establecidos por el Ministerio de Vivienda, segn Resolucin No 19-96 de 23 de febrero de 1996. El artculo primero de dicha resolucin nos dice: Definir los nuevos linderos de la Ciudad de Panam, de la manera siguiente: -Partiendo de la Isla Flamenco que se localiza en la entrada del Canal, sector Pacfico. -Se sigue el permetro occidental de esa pennsula, en direccin al Norte, bordeando la va canalera hasta encontrar el Lago de Miraflores. -Se sigue bordeando el permetro Este de la va del Canal, incluyendo los poblados de Paraso y Pedro Miguel, hasta interceptar el lmite de la Cuenca Hidrogrfica del Canal, a la altura del Cerro Oro.

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-De all contina todo el permetro de la Cuenca Hidrogrfica hasta interceptarse con el lmite de la antigua Zona del Canal y prosigue hasta cruzarse con el corregimiento de Las Cumbres. -Luego se contina por el lmite Norte del Corregimiento Las Cumbres. -Contina por el lmite del Corregimiento de Pacora; hasta interceptar el lmite del Corregimiento de San Martn. Se sigue todo el lmite del Corregimiento de Pacora hasta desembocar al Ro Chico en la Baha de Panam; continuando por toda la costa del Ocano Pacfico en direccin Oeste, hasta llegar al punto de partida donde se inici esta descripcin. 1.1.6. Divisin Poltica. La Ciudad de Panam est conformada por 17 corregimientos del Distrito de Panam, que son: San Felipe, El Chorrillo, Santa Ana, Calidonia,

Curund, Betania, Bella Vista, Pueblo Nuevo, San Francisco, Parque Lefevre, Ro Abajo, Juan Daz, Pedregal, Las Cumbres, Tocumen, Pacora y una parte de Ancn agregada mediante la Resolucin No 19-96 de 23 de febrero de 1996; y del Distrito de San Miguelito con sus 5 corregimientos: Mateo Iturralde, Jos Domingo Espinar, Belisario Porras, Amelia Denis de Icaza y Victoriano Lorenzo (ver Mapa No 2).

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1.2. Marco Fisiogrfico y Regional. Entre las principales caractersticas fisiogrficas y geogrficas regionales del rea estudiada tenemos: 1.2.1. Regiones Morfoestructurales. Desde el punto de vista de su topografa (altitud y pendiente); estructura (litologa y tectnica) e historia geolgica; podemos distinguir 3 tipos: 1.2.1.1. Regiones de Montaas. Las montaas se disponen en sistemas separados entre s por cuencas sedimentarias y por regiones de cerros bajos y colinas; estn constituidas, en general, por rocas gneas volcnicas e intrusivas. Se destaca la Cordillera Nororiental de origen gneo con su mxima elevacin, el Cerro Jefe, con 1007 metros de altitud. 1.2.1.2. Regiones de Cerros Bajos y Colinas. Corresponden a regiones de elevaciones moderadas, pero parecen ser restos de unidades mayores. Son de origen sedimentario, las cotas fijas oscilan entre 50 a 200 metros de altitud. Se ubica en el extremo occidental del rea. 1.2.1.3. Regiones Bajas y Planicies Litorales (Cuenca Sedimentaria). Son reas bajas o depresiones; constituidas bsicamente por rocas sedimentarias marinas del terciario. La topografa vara de aplanada a poco

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ondulada, con declives entre muy dbil y dbil. Relieves residuales (colinas aisladas y diques) irregularizan el paisaje de estas unidades. Sobre este basamento sedimentario se han depositado los extensos sedimentos del cuaternario (ver Mapa No 3). 1.2.2. Relieve. El rea oscila entre 0 y 1007 m de altitud y presenta los siguientes tipos: 1.2.2.1. Planicie Litoral y Costas Bajas. Presenta altitudes relativas menores de 20 metros, las pendientes van de ligeramente inclinadas a planas, con limitaciones debido a la salinidad (esteros y albuferas) y propensas a inundaciones causadas por marejadas en las planicies aluviales bajas. Los sectores con pendientes suaves muestran limitaciones reducidas; los de pendientes moderadamente inclinadas sufren severas limitaciones. Estn conformadas por sedimentos del Pleistoceno y del Holoceno. 1.2.2.2. Colinas y Llanuras. Mantiene altitudes relativas entre 20 a 49 metros con pendientes leves a medianamente inclinadas y suelos bastante drenados y ferrolticos, con bajo contenido de nutrientes. (cubiertas del pleistoceno). Lo conforman diques y rocas sedimentarias

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1.2.2.3. Cerros Bajos y Colinas. Presentan altitudes relativas entre 50 a 99 metros, con pendientes medianas a muy inclinadas y suelos bien drenados con capacidad agrolgica baja. Son efusiones magmticas, diques y rocas sedimentarias. 1.2.2.4. Montaas Bajas y Cerros Altos. Presentan altitudes relativas entre 100 a 199 metros, las pendientes oscilan entre mediana y fuertemente inclinada: el drenaje es de bueno a excelente y la capacidad agrolgica es baja. magmticas y rocas sedimentarias. 1.2.2.5. Montaas Medias y Bajas (valle intermontano). Presenta altitudes relativas entre 200 a 399 metros, fuertes pendientes de las vertientes montaosas con capacidad agrolgica de regular a buena y un drenaje bastante bueno. Se pueden encontrar valles intermontanos con Estn constituidos por efusiones

pendientes suaves a moderadamente inclinadas, capacidad agrolgica de buena a excelente y un buen drenaje interior en los suelos. La litologa presenta efusiones magmticas, cuerpos intrusivos y rocas sedimentarias. 1.2.2.6. Montaas Altas (horst y estructuras volcnicas). De altitudes relativas entre 400 a 599 metros, pendientes muy fuertes, suelos delgados o de poco espesor y capacidad agrolgica baja. Estn delimitadas

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como reserva forestal de la nacin y formadas por rocas gneas extrusivas (vulcanitas) y cuerpos intrusivos (ver Mapa No 4). 1.2.3. Pendiente. En cuanto al grado de declive las primeras 3 pendientes tienen predominio del escurrimiento superficial inestable y riesgo dbil de deslizamientos, la ltima clase de pendiente tiene declive con escurrimiento en surcos y crcavas con poca infiltracin, adems presenta medianos riesgos de deslizamientos (Ver Mapa No 5). A continuacin detallamos los tipos de pendientes, segn la clasificacin de Young (1972): 1.2.3.1. Plano. Con pendientes menores de 1 grado; altitudes relativas desde el nivel medio del mar hasta los 30 metros; excelentes posibilidades de uso agrcola del suelo; si est compuesto por suelos limosos o limosos-arcillosos; no deben tener problemas de drenaje, ni pedregosidad; pero corre el riesgo de inundaciones. 1.2.3.2. Plano a Ligeramente Ondulado. Con pendientes entre 1 grado a 3 grados, altitudes relativas entre 30 a 65 metros, con excelentes posibilidades de uso agrcola del suelo. 1.2.3.3. Ligeramente Ondulado.

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Con pendientes entre 3 grados a 5 grados, altitudes relativas que varan entre 105 a 215 metros, con medianas posibilidades de uso agrcola si los suelos son limosos o arenosos. Presenta problemas sensibles de drenaje, pedregosidad y de afloramientos rocosos. 1.2.3.4. Ondulado. Con pendientes entre 5 y 12 grados; altitudes relativas entre 105 a 215 metros; con medianas posibilidades de uso agrcola si los suelos son limosos o arenosos; presenta problemas sensibles de drenaje, pedregosidad y de afloramientos rocosos. 1.2.3.5. Moderadamente Inclinado. Con pendientes entre 12 grados a 23 grados, altitudes relativas que varan entre 215 a 320 metros, con pocas posibilidades de uso agrcola, suelos arcillosos hasta arena, con serios problemas de drenaje, pedregosidad, dbil espesor de los suelos, pero que pueden mejorarse; su uso es recomendado para fines forestales y proteccin de cuencas hidrogrficas. 1.2.4. Geologa. El rea presenta once unidades de formaciones geolgicas. Seis son de tipo sedimentario, una de origen plutnico y cuatro de origen volcnico. 1.2.4.1. Rocas Sedimentarias.

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1.2.4.1.1. Formacin Las Lajas (QR-Ala). Est constituido por aluviones, sedimentos consolidados, areniscas, corales, manglares, conglomerados, lutitas carbonosas y deposiciones tipo delta. Pertenece a la Era Reciente o actual, Perodo Cuaternario, poca Holoceno, Grupo Aguadulce. 1.2.4.1.2. Formacin La Boca (TM-CUlb). Est compuesto por esquisto arcilloso, lutitas, arenisca, toba y caliza. Era Cenozoica, Perodo Terciario, poca Mioceno, Grupo Culebra.

1.2.4.1.3 .Formacin Culebra (TM-CU). Est constituido por arenisca calcrea y lutita calcrea. Era Cenozoica, Perodo Terciario, poca Mioceno, Grupo Culebra. 1.2.4.1.4. Formacin Caraba (TO-CAIca). Lo constituyen, aglomerado dactico, conglomerado, arenisca calcrea y caliza fosilfera. Era Cenozoica, Perodo Terciario, poca Oligoceno, Grupo Caimito. 1.2.4.1.5. Formacin Panam Fase Marina (TO-PAfm). Est constituido por arenisca tobcea, lutita tobcea, lutita arenosa, caliza algcea y foraminfera. Era Cenozoica, Perodo Terciario, poca Oligoceno, Grupo Panam.

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1.2.4.1.6. Formacin Gatuncillo (TE-G). Est constituido por esquisto arcilloso, lutitas, arenisca de cuarzo, y caliza algcea y foraminfera. Era Cenozoica, Perodo Terciario, poca Eoceno, Grupo Gatuncillo. 1.2.4.2. Rocas Plutnicas. Presenta nicamente a la Formacin Mamon (K-COma), la cual esta constituida por cuarzodioritas, granodioritas y dioritas. Pertenece a la Era Mesozoica, Perodo Secundario, poca Cretcico, Grupo Coln. 1.2.4.3. Rocas Volcnicas. 1.2.4.3.1. Formacin Cucaracha (TM-C). Compuesta por andesitas, tobas, arcillas bentonticas y areniscas tobcicas. Era Cenozoica, Perodo Terciario, poca Mioceno, Grupo Cucaracha. 1.2.4.3.2. Formacin Panam Fase Volcnica (TO-PAfv). Est constituida por andesita, aglomerado, tobas de grano fino, conglomerado depositado por corrientes. Era Cenozoica, Perodo Terciario, poca Oligoceno, Grupo Panam. 1.2.4.3.3. Formacin Bas Obispo (TO-PAob). Est conformado por basaltos/andesitas, piroclsticos y bloques. Era Cenozoica, Perodo Terciario, poca Oligoceno, Grupo Panam.

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1.2.4.3.4. Formacin Playa Venado (K-VE). Est constituido por basaltos y pillow lavas; es el basamento, en el cual, reposan las dems formaciones tanto sedimentarias, plutnicas y volcnicas. Era Mesozoica, Perodo Secundario, poca Cretcico, Grupo Playa Venado. 1.2.4.4. Aspectos Tectnicos. Recientemente se han cartografiado doce fallas geolgicas, cinco de estas tienen direccin Noreste-Suroeste, la primera se localiza en el Oriente de la Formacin Mamon, la segunda atraviesa las Formaciones Obispo y Panam (Fase Marina), la tercera es una falla con escarpe que sirve de lmite a la formacin Playa Venado con la Formacin Panam (Fase Volcnica) y de lmite a las Formaciones Mamon con la Formacin Obispo, la cuarta atraviesa las Formaciones Panam, (ambas Fases) de extremo a extremo y la quinta que abarca la Formacin Las Lajas en el sector Oriental del corregimiento de Pacora. Una tiene direccin Norte-Sur que se ubica en el lado Oeste de la Formacin Panam (Fase Volcnica), limitando con la Formacin Gatuncillo (Mapa geolgico de la Repblica de Panam, escala 1:250,000; Direccin de Recursos Minerales).

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Con direccin Noroeste-Sureste encontramos seis fallas, la primera en el extremo Occidental de la Ciudad de Panam, la cual, sirve de lmite a la Formacin Culebra con la Formacin Panam (Fase Volcnica), que luego atraviesa la Formacin La Boca. La segunda recorre las Formaciones Caraba y Panam (Fase Volcnica). La tercera comienza por la Formacin Gatuncillo, luego sirve de lmite a la Formacin Panam (Fase Volcnica) y la formacin Obispo, luego toca ligeramente un sector de la formacin Panam (fase marina); para luego terminar con la Formacin Las Lajas. La quinta falla recorre la Formacin Mamon nicamente y la sexta falla atraviesa la Formacin Playa Venado hasta interceptar la falla con escarpe con direccin Noreste-Suroeste (cotejado con el mapa geolgico de la Repblica de Panam, escala 1:500,000, impreso por el IGNTG. Setiembre de 1996).

Adems se hallan dos buzamientos en la Formacin Panam (Fase Volcnica) que tienen un rango de 1 a 5 grados; con rumbo Sureste (ver Mapa No 6).

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1.2.5. Geomorfologa: La zona costera de la Ciudad de Panam se encuentra influenciada por las mareas ocenicas a lo largo de la Baha de Panam, especialmente en las zonas de manglares: La Formacin es del perodo Cuaternario Reciente Actual (sedimentario), predominando formaciones fangosas en la costa baja arenosa (cordones litorales y flechas), adems de valles y planicies aluviocoluviales (litorales).

Luego, sigue una formacin que data del perodo Cuaternario Antiguo y Medio, donde predominan los glacis o explanadas, que son deposiciones que derivan de cambios climticos que ocupan una extensin considerable y corresponden a planicies suavemente inclinadas.

Del perodo Terciario, encontramos dos unidades litolgicas distintas; la primera, rocas sedimentarias (caliza, lutitas, conglomerado, arenisca, etc.), que se esparcen en el lado Oeste del rea y la segunda, rocas gneas intrusivas (granodiorita, cuarzo-monzonita, diorita, dacita, etc.). Localizadas en la divisin continental o divisoria de aguas, con la lnea de cresta inferior

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a los 1,000 metros sobre el nivel del mar, destacndose el Cerro Jefe con 1007 metros de elevacin.

Solo hay una formacin del Perodo Pre-Terciario, que est conformada por rocas gneas extrusivas (Basalto, andesita, toba, ignimbrita, etc.), que ocupan parte de la zona central del rea (Atlas Nacional de Panam, 1988) (ver Mapa No 7). 1.2.6. Suelos. La Ciudad de Panam segn el Atlas de Panam del ao 1965; est constituida por las siguientes clases de suelos: 1.2.6.1. Tierras Planas o Ligeramente Onduladas. 1.2.6.1.1. Tierras de Mareas (MS). Son las reas de manglares, marismas y ocasionalmente filos bajos de playa. La caracterstica peculiar es que son tierras afectadas por la salinidad, lo que incide en su bajo valor agrcola. Presentan colores grisceos, azulosos y oscuros. Su textura es pesada y frecuentemente son cubiertos por el agua de mar. 1.2.6.1.2. Llanuras de Suelos Arcillosos (LL).

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Son suelos residuales o de aluvin antiguo. Su topografa es plana o levemente ondulada. Los horizontes presentan texturas arcillosas en la superficie o cerca de ella. Incluye tierras hmedas. Estos estn imperfectamente drenados y los colores que presentan son pardo oliva o pardo grisceo. 1.2.6.1.3. Llanuras de Suelos de Aluvin Reciente (LAR). Abarcan las mejores tierras agrcolas del pas. La topografa de estos suelos es plana o casi plana. La textura, color y drenaje dependen de factores locales. Presentan horizontes con poco desarrollo y muchas veces estn sujetos a inundaciones en la poca lluviosa. Las malas condiciones de drenaje producto de posiciones bajas o texturas pesadas limitan su uso, es por eso necesario instalar sistemas de control de aguas para su uso optimo. 1.2.6.1.4. reas Mezcladas. Son las reas que estn conformadas por combinaciones de los tipos de suelos anteriormente mencionados. Caso por ejemplo de las Tierras de Marea y las Llanuras de Suelos Arcillosos (MS-LL) o de las Llanuras de Suelos Arcillosos y las Llanuras de Suelos de Aluvin Reciente(LL-LAR). 1.2.6.2. Tierras de Colinas, Llanuras y Abanicos Volcnicos Cortados e Inclinados.

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1.2.6.2.1. Tierras de Colinas de Suelos Arcillosos Rojizos y a veces Pedregosos (H). Se encuentran en colinas con pendientes que varan entre 10% y 40% de declive, se encuentran a menos de 245 metros sobre el nivel medio del mar, tienen 0.91 metros a 1.83 metros de espesor o profundidad y poseen una capa fina rica en materia orgnica. Presentan colores gris, amarillo, rojo, chocolate. Estos suelos son de alto a moderadamente cidos y de baja fertilidad. 1.2.6.2.2. Llanuras de Suelos de Horizontes de Arcilla Compacta Planosoles (LP). Incluye los suelos arcillosos de color pardo amarillento, rojizo o grises, que poseen un drenaje imperfecto o pobre y se caracterizan por la presencia de una capa de arcilla compacta dura y de baja permeabilidad (Clay Pan) que impide el movimiento interno del agua en el subsuelo. Ocupan reas de topografa plana a ligeramente ondulada. Su mejor uso se encuentra en los pastos. 1.2.6.2.3.reas Mezcladas. Al igual que en el anterior tem, aqu se presentan sectores combinados. En este caso se encuentran juntas las Llanuras de Suelos de Horizontes de

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Arcilla Compacta Planosoles (LP) y las Tierras de Colinas de Suelos Arcillosos, Rojizos y a veces Pedregosos (H). 1.2.6.3. Tierras Montaosas, Cordilleras, Cimas y Laderas. 1.2.6.3.1. Cordilleras y Cimas Montaosas Bajas, Colinas y Laderas y Montes Escarpados de 245 metros a 760 metros sobre el nivel medio de mar Bosques Fluviales (M). Son de acidez que va de moderada a alta, pedregosos, friables, de 0.5 metros de espesor y de fertilidad moderada a baja. Descansan sobre un substrato arcilloso fuertemente intemperizado, el cual, presenta una coloracin roja, gris y amarilla. Los suelos vrgenes pueden tener de 5.1 a 7.6 centmetros de alto contenido de materia orgnica. Presentan problemas de erosin por lo que la mayor parte de estas reas debieran mantenerse en bosques, frutales o bajo pastoreo limitado. 1.2.6.3.2. Cordilleras Montaosas, Cimas y Piedemontes Montaosos de 760 a 1980 metros sobre el nivel medio del mar; Bosques Subtropicales Perennifolios (MT). Los suelos son delgados, de arcillosos a francos, pedregosos, friables, y muy pocas veces se secan o cuarten. El color varia de pardo rojizo a pardo y negro y la acidez entre leve y moderada. Hay suficiente humedad y

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fertilidad, por lo cual, estas reas debieran mantenerse para reservas y parques forestales (ver mapa No 8). 1.2.7. Rgimen Climtico. En Panam la clasificacin de los climas segn W. Kppen, toma en cuenta los grandes grupos de vegetacin; datos de temperatura medias mensuales; temperatura media anual; precipitaciones medias mensuales y precipitacin media anual; brinda 2 tipos de climas para la Ciudad de Panam: 1.2.7.1. Clima Tropical Hmedo (Ami). La precipitacin anual es mayor que 2500 mm; uno o ms meses con precipitacin menor a 60 mm.; temperatura media del mes ms fresco mayor a 18 C; diferencia entre la temperatura media del mes ms clido y el mes ms fresco menor de 5 C. 1.2.7.2. Clima Tropical Seco (Awi). La precipitacin anual es menor que 2,500mm; estacin seca prolongada (meses con lluvia menor que 60mm.) en el invierno del hemisferio norte; temperatura media del mes ms fresco es mayor de 18C; la diferencia entre la temperatura media del mes ms clido y el mes ms fresco es menor de 5C (ver Mapa No 9).

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1.2.7.3. Datos Meteorolgicos. En cuanto a estos parmetros contamos con los registros de dos estaciones meteorolgicas: Las Cumbres y Tocumen. La estacin Las Cumbres se localiza entre las coordenadas geogrficas 09 grados 05 minutos de latitud norte y 79 grados 32 minutos de longitud oeste, se encuentra a 200 metros de elevacin y fue instalada en 1970. Por su parte la estacin Tocumen se localiza entre las coordenadas geogrficas 09 grados 31 minutos de latitud norte y 79 grados 22 minutos de longitud oeste, a una elevacin de 14 metros sobre el nivel medio del mar y fue instalada en 1957. 1.2.7.3.1. Precipitacin. La estacin de Tocumen con un perodo de 10 aos (1986-1995), nos muestra la Precipitacin Media Mensual tanto promedio, mxima y mnima. Entre diciembre a abril, tenemos la estacin seca, siendo el mes de febrero el ms significativo con precipitacin promedio, mxima y mnima de 6.4, 31.6 y 0.0 mm., algunas veces en este perodo ocurren temporales y lluvias copiosas, ocasionadas por incursiones de frentes fros intensos que logran alcanzar nuestras latitudes y que son empujados por avances de bolsones enormes de aire polar, procedentes del rtico. En cambio los meses de la estacin lluviosa de mayo a noviembre, registran para octubre 329.3 y 192.6

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mm. de precipitacin promedio y mnima, la mxima se registr en noviembre con 660.0 mm., este perodo se caracteriza por los mximos de precipitacin coincidentes con el paso de la Zona de Convergencia Intertropical (ITCZ, siglas en ingls) en sentido boreal (junio) y en sentido Meridional (octubre) en su desplazamiento siguiendo la trayectoria de la declinacin anual del sol.

En esos 10 aos se registraron 1,853.17, 2,515.7 y 1,398.2 mm de promedio, mxima y mnima de precipitacin. El ao con menor cantidad de precipitacin es 1991 con 1,398.2 mm., coincidiendo con el fenmeno del Nio 91-92, y el ao con mayor cantidad de precipitacin es 1995 con 2,515.7 mm (Ver Cuadro No 1 y Grfica No 1).

La estacin Las Cumbres tiene a febrero con el menor registro de precipitacin promedio, mxima y mnima de 1.2, 10.8 y 0.0 mm., respectivamente; con los mayores registros est el mes de octubre con 394.1 y 565.5 mm., de precipitacin promedio y mxima y septiembre con 235.6 mm., de mnima. Tambin es de 10 aos el perodo de registros (19861995), en ese tiempo se registraron 2,275.7, 2,684 y 1,900 mm., de

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promedio, mxima y mnima, el ao con menor precipitacin es 1992 con 1,900.0 mm., y con mayor precipitacin es 1995 con 2,684.0 mm., con un incremento del 17%.(Ver Cuadro No 2 y Grfica No 2).

Un suceso que se da cada ao entre los meses de julio y agosto es el "Veranillo de San Juan", que es una estacin seca dentro de la estacin lluviosa, es llamado tambin Veranito, se da cuando la Zona de Convergencia Intertropical se desplaza ms al Norte y deja a Panam fuera de su influencia, por lo cual, hay una disminucin en la precipitacin. 1.2.7.3.2. Temperatura. En la Estacin Tocumen en un perodo de 11 aos (1985-1995) el mes ms caluroso segn la Temperatura Media Mensual es abril con 27.7 C y los ms frescos son enero y octubre con 26.3 C. El promedio total en esos 11 aos es de 26.8C; el ao con menor temperatura es 1985 con 26.4C y con mayor temperatura 1987, 1991 y 1995 con 27.2C con un incremento del 3.0% lo que indica temperaturas uniformes todo el ao.(ver Cuadro No 3 y Grfica No 3).

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1.2.7.3.3. Humedad Relativa. En la Estacin Tocumen en 10 aos (1985-1994) se registr la Humedad Relativa Mensual, siendo el mes con menor porcentaje promedio: febrero con 66% y con mayor porcentaje promedio septiembre y octubre con 84% de humedad relativa. El promedio total en esos 11 aos es de 77.4%, con un incremento del 27.3% (Ver Cuadro No 4 y Grfica No 4). 1.2.7.3.4. Velocidad del Viento. En la Estacin Tocumen en 23 aos, de 1970-1992, se registr la Velocidad Media del Viento notndose los meses de junio, julio, septiembre, octubre y noviembre con 0.5 m/s, siendo esta la menor velocidad promedio y marzo con 1.0 m/s, con la mayor velocidad media mensual, el promedio en esos 16 aos es de 0.7 m/s, el ao con la menor velocidad promedio es 1970 con 0.5 m/s y con la mayor velocidad promedio los aos de 1990 a 1992 con 1.0 m/s.

Los alisios soplan de Noreste a Suroeste en nuestras latitudes llevando a las regiones ecuatoriales grandes masas de aire fro en forma general, por lo cual, los meses secos presentan los mayores valores de velocidad por la influencia de los vientos alisios.

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Se nota esta caracterstica durante la estacin seca, especficamente en el mes de marzo, cuando el promedio de los alisios del norte es indiscutible. Durante la estacin lluviosa, el viento del Sur es menos intenso y muy variable en su direccin, se observa ms en los meses de junio a octubre (ver cuadro No 5 y grfica No 5). 1.2.8. Red Hidrogrfica. El drenaje es de tipo dendrtico. El cual se caracteriza por la ramificacin irregular de los ros tributarios, en muchas direcciones, en cualquier ngulo, aunque este sea considerablemente menor que un ngulo recto. Se desarrolla este sistema sobre rocas de resistencia uniforme y se nota una falta completa de control estructural. Es comn encontrarlo sobre rocas sedimentarias casi horizontales, o en reas de rocas gneas macizas, pero tambin puede

observarse en reas de rocas metamrficas y plegadas (Soto y Fuentes, 1966, p. 27).

El rea engloba cinco cuencas hidrogrficas con sus respectivos ros y varios lagos, que a continuacin mencionamos: 1.Cuenca del Ro Chagres (No 115): Chilibre, Manteca, Chilibrillo.

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2.Cuenca del Ro Mataznillo (No 142): Ros entre el Caimito y el Juan Daz: Curund, Pedro Miguel, Caimitillo, Camarn, Dominical, La Guabinosa, Crdenas, Mocambo, Dos Bocas, Mataznillo, Abajo, Matas Hernndez, Gallinero. 3.Cuenca del Ro Juan Daz ( No 144): Entre Ro Juan Daz y Pacora: Juan Daz, Las Lajas, Mara Henrquez, Carao, Palomo, Tocumen, Gran Diablo Tagarete, Tapia, Cabuya, Cabra. 4.Cuenca del Ro Pacora (No 146): Pacora, Agua Mara, Tatar, Utiv, Cabobr, Agua Congo, Los Bravos. 5.Cuenca Ro Bayano (No 148): Chico, Seora, Santo, Jujical, Chichebre, Hondo, Gusimo. 6.Entre los Lagos tenemos: Las Cumbres, Los Andes y Cerro Azul (ver mapa No 10).

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CAPITULO SEGUNDO

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2. ETAPAS DEL CRECIMIENTO ESPACIAL Y DEMOGRFICO DE LA CIUDAD DE PANAM. En esta seccin analizaremos el crecimiento de la ciudad desde el punto de vista espacial y demogrfico. Para ello se har uso del estudio realizado por la Dra. Rebeca Sandoya sobre El Crecimiento Espacial y Demogrfico de la Ciudad de Panam, publicado en la revista Tierra y Hombre, No 4, ao de 1978, pginas 30 a 68. 2.1.poca Colonial: 1519 a 1821. Al descubrir Vasco Nez de Balboa el 25 de septiembre de 1513 el Mar del Sur, se comprendi que para extender la conquista de las tierras que baan el Ocano Pacfico, era vital fundar una ciudad en este litoral. Surgi as la Ciudad de Panam, escogiendo para su construccin el lugar donde haba una ranchera de indios pescadores llamada "PANAM", vocablo que significa "abundancia de peces".

El 15 de agosto de 1519 Pedro Arias de vila funda oficialmente la Ciudad de Panam cerca de la desembocadura del Ro Gallinero (Ro Abajo), las condiciones naturales desfavorables, clima hmedo y caliente, zona pantanosa rodeada de fango marino y manglares, hacan difcil las

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construcciones y la funcin portuaria de la ciudad, an as logr ser el centro de exploracin y de conquista de Centro y Sudamrica. Su rea, para ese entonces, era de 20 hectreas aproximadamente.

Con la conquista del Per, la Ciudad de Panam alcanza el desarrollo de un comercio activo con Espaa al ser lugar de pasaje obligatorio de las mercancas hacia el puerto de Portobelo, en el litoral Caribe.

La funcin de trnsito, las condiciones naturales, los incendios en los aos 1538, 1539, 1563, 1575, 1643, 1644 y 1671 y los terremotos en 1541 y 1621; fueron obstculos a un fuerte poblamiento.

Al fundarse la ciudad en 1519 sta contaba con 499 pobladores (400 vecinos y 99 encomenderos); en la vspera de su destruccin tena 10,000 habitantes, adems haban 2,000 casas de personas pudientes y 500 de gente pobre, segn lo describe Alejandro Oliver Exquemelin, secretario de Sir Henry Morgan.

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El 21 de enero de 1673 fue fundada la Nueva Ciudad de Panam, a 7 Km de la que fue destruida, al Sudoeste sobre una pequea pennsula prxima al Cerro Ancn, la cual, estaba rodeada por una muralla poligonal con una extensin de 16 hectreas, donde se distinguan dos sectores; el intramuros, poblado por peninsulares, criollos y esclavos, era sede de los locales comerciales, las autoridades reales y eclesisticas; el arrabal, poblado por negros libres y gente pobre agrupados en casas pequeas cubiertas de hojas y palmeras.

A mediados del siglo XVII, la actividad comercial de la ciudad fue bruscamente interrumpida por la supresin de las Ferias de Portobelo y su economa qued ligada a la presencia del ejrcito espaol, la ciudad comenz a despoblarse y las propiedades citadinas pasaron a manos de la oligarqua criolla, sumado a esto tres incendios que acabaron sucesivamente con 3/4 en 1737, 1/3 en 1756 y 1/4 de la ciudad en 1781; para ese entonces la ciudad tena una extensin de 30 hectreas. 2.2. Unin a Colombia: de 1821 a 1903. Libre del dominio espaol, el istmo se convierte en la sede del Congreso Bolivariano, el 22 de junio de 1826, por recomendaciones de Simn Bolvar.

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En 1846 con el descubrimiento de las Minas de Oro en California, la ruta Panam es puesta en valor, por lo cual, se hizo necesario la construccin del Ferrocarril Transstmico: Panam-Coln y la fundacin en el litoral Atlntico de la Ciudad de Aspinwall (actual Coln) en 1852; para desarrollar las actividades entre ambos ocanos.

Los servicios del ferrocarril y los trabajos del Canal Francs produjeron la reconstruccin de los edificios destruidos por los incendios. La muralla que rodeaba la ciudad fue destruida y se establecieron muchos locales comerciales (oficinas de navieras, hoteles, mayoristas, almacenes, etc.); al Nordeste fueron construidos los muelles para el embarque o desembarque de pasajeros que llegaban ya sea por tren o por barco.

La poblacin se duplica de 12,000 habitantes en 1856 a 24,000 en 1889. El pas entra en decadencia debido a la suspensin de los trabajos del Canal por los franceses y las guerras civiles al final del siglo XIX y principios del siglo XX. El espacio construido apenas alcanza una superficie de 70 hectreas. 2.3.poca Republicana: de 1903 en adelante. 2.3.1. De 1903 a 1950.

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Los trabajos del Canal por los norteamericanos (1904-1913) provocan una fuerte inmigracin. Llegaron al pas durante ese perodo 50,190 extranjeros de los cuales 31,071 eran de las Antillas (64.4% de Barbados); 11,873 de Europa; 2,163 de Centro y Sudamrica; y 5,083 de los Estados Unidos, con la apertura del Canal al Comercio Mundial el 15 de agosto de 1914 un considerable nmero de inmigrantes se instalaron en las ciudades de Panam y Coln, cuya mayora eran antillanos. La poblacin se duplica de 21,948 en 1905 a 46,555 habitantes en 1911, un aumento del 112.1%.

Bloqueada al Oeste por la Zona del Canal, la ciudad se extiende hacia las llanuras y colinas situadas al Norte y Noreste del ncleo inicial, debido a la construccin de carreteras que ligan al rea canalera con la creciente ciudad y al ensanche y prolongacin de la Va Espaa. La zona urbanizada se extiende a lo largo de la Avenida Central y desborda la va frrea. Cerca de la Estacin del Ferrocarril se establecieron importantes locales comerciales como: casas de mayoristas, almacenes de importacin, industrias y de materiales de construccin.

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Los barrios populares de Santa Ana, Chorrillo, Maran y Calidonia se desarrollaron causando el traslado de la clase rica del barrio de San Felipe, hacia barrios nuevos como: La Exposicin, Bella Vista, Vista del Mar y la Cresta; que ocuparon los rellenos cerca de la ciudad y las colinas del Sudoeste del Ro Matasnillo. Para 1920, la ciudad y alrededores alcanzan 64,550 habitantes.

Cerca de Ro Abajo y al Noroeste del Ro Matasnillo, los antillanos formaron los poblados de Ro Abajo, Pueblo Nuevo y Monte Oscuro, esto se debi a la construccin de la actual Va Espaa entre 1920-1924; la ocupacin del suelo se realiza en estos sectores de manera desordenada y sin ningn plan de urbanismo.

En 1923 se crea el barrio de San Francisco de la Caleta, al Este del Matasnillo con la concesin de 48 lotes por el estado a una aldea de pescadores situada cerca de la Exposicin a 6 Km del centro de la ciudad; a lo largo de la Va Espaa, se forman los barrios de Carrasquilla, Vista Hermosa y Parque Lefevre ocupados por una clase media. La superficie

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urbanizada se triplica entre 1915 y 1928; de 136 hectreas a 328 hectreas de espacio construidos (ver mapa No 11).

Entre 1930 y 1940 la ciudad aumenta a 50,598 habitantes, producto, en parte, al funcionamiento de la carretera Panam-Ro Hato y de la Transstmica (Panam-Coln) y a la construccin de las bases militares. A pesar de la importancia del crecimiento natural (20.7%) es la inmigracin la que juega un papel ms importante en el crecimiento demogrfico. A pesar del aumento de la poblacin, las construcciones durante el perodo de la Segunda Guerra Mundial son escasas, llevando a los barrios ms pobres a un punto de saturacin, con densidad de poblacin en algunas manzanas de 1,200 a 2,000 habitantes por hectrea.

La Ciudad de Panam, para 1940 tiene un total de 125,816 habitantes, incluyendo la cintura suburbana (Ver Cuadro N 6) 2.3.2. De 1950 hasta el ao 2000. La ciudad crece extraordinariamente despus de la 2 Guerra Mundial, por la construccin del Aeropuerto Internacional de Tocumen o Belisario Porras en 1949; de la Carretera Panamericana; la firma del tratado de 1955 con los

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Cuadro No 6 POBLACIN DE LA CIUDAD DE PANAM. SEGN SECTOR Y BARRIO: AO 1940 CIUDAD, SECTOR, BARRIO TOTAL Panam: Calidonia Chorrillo San Felipe Santa Ana Centros Urbanos Secundarios: Ro Abajo San Francisco Pueblo Nuevo Zona Sub-Urbana: Ro Abajo San Francisco Pueblo Nuevo NMERO DE HABITANTES 125,816 111,893 40,407 24,205 11,615 35,666 9,478 4,478 3,553 1,447 4,445 1,217 526 2,702

Fuente: Revista Tierra y Hombre, No 4, 1978, p. 48.

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Estados Unidos y la construccin del Puente de Las Amricas en 1964. Permiten un crecimiento acelerado de la economa y demografa de la ciudad, adems del xodo rural (migracin campo-ciudad entre 1950-1960). Las funciones residenciales, comerciales, industriales y culturales se desplazan hacia la periferia.

La zona urbanizada se extiende hacia el norte, entre la Va Espaa y la Avenida Simn Bolvar (Transstmica). La construccin casi exclusiva de casas individuales avanza en Betania, en un rea de 70 hectreas, a la vez, en El Cangrejo y El Carmen se construyen inmuebles de habitacin colectiva, universitaria, de salud y hotelera; para habitantes de nivel medio.

En 1950 se urbaniza el sector de Paitilla debido a la prolongacin y ensanche de la Avenida Balboa y a la restitucin de tierras por los Estados Unidos que permite la construccin de colegios e industrias en la zona. Antes de 1950 se hallaba en ese lugar el Aeropuerto de Paitilla o Marcos Gelabert y el Barrio ilegal de Boca La Caja. La ciudad en 1960 llega a tener una poblacin de 273,440 habitantes; con un rea aproximada de 2,084 hectreas.

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Se realiz en Juan Daz la construccin de la ciudad satlite llamada Radial, cuyo desarrollo fue lento, a partir de 1950, tambin en ese ao comienza la invasin de San Miguelito; ya en 1953 haba 20 casas.

En los aos 60, al norte de la Avenida Simn Bolvar, donde haba grandes fincas agropecuarias de la oligarqua, la fiebre urbanstica se acelera. Se construyen casas individuales para la clase acomodada en el Barrio de Los ngeles, con capital privado y el IVU (Instituto de Vivienda y Urbanismo) construye casas para la clase media en los Barrios de Villa Cceres y La Locera. Adems se crean parques industriales con ms de 10 hectreas de superficie (ver mapas No 12 y No 13).

Referente a los ejidos de la Ciudad de Panam, para el ao de 1970 se contaba con 393,396 habitantes y 85,510 viviendas ocupadas. As pues los linderos de la Ciudad de Panam albergaban el 88.8% del total poblacional de los distritos de Panam y San Miguelito, que era de 443,120 habitantes; el 68.9% de la poblacin de la provincia de Panam, cuya cifra alcanzaba los 576,645 habitantes y el 27.5% del total de la repblica, que en ese entonces redondeaba una cifra aproximada de 1428,082 habitantes. Respecto a la

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vivienda la cifra aumentaba a 89.7% del total de viviendas ocupadas en los distritos de Panam y San Miguelito, cuya cifra era de 95,352 (ver cuadro No 7).

Los linderos de la Ciudad de Panam engloban para 1980 un total de poblacin de 528,836 habitantes y de 119,234 viviendas ocupadas. Estas cifras representan el 29.55% de la poblacin total de la repblica; el 65.9% de la poblacin de la provincia de Panam y el 62.7% de los habitantes de los distritos de Panam y San Miguelito. Las cifras de vivienda representan, para esta misma fecha, el 31.5% del total de la repblica; el 67.9% del total de la provincia de Panam y el 60.2% del total de los distritos de Panam y San Miguelito (ver cuadro No 8).

En 1970 haba 393,336 habitantes y 85,510 viviendas, para 1980 se contaban 528,836 habitantes y 119,234 viviendas. Se da un incremento poblacional del 34.4% y un incremento de vivienda del orden del 39.4%. En cuanto al nmero de viviendas ocupadas, en 1980 y 1990 haba 119,234 y 152,639 respectivamente; con un aumento de 28.0%; para el ao 2000 la cifra

Cuadro No 7 POBLACIN Y VIVIENDAS OCUPADAS EN LA CIUDAD DE PANAM. SEGN SECTOR Y CORREGIMIENTO. AO 1970 Sector y Poblacin Viviendas Superficie en Corregimiento Ocupadas Km2 Sector del Distrito de 325,082 73,548 105.4 Panam. San Felipe 12,997 3,014 0.5 El Chorrillo 26,120 6,111 0.4 Santa Ana 30,526 7,822 1.3 La Exposicin o 42,800 10,901 1.6 Calidonia Betania 37,117 7,192 8.6 Bella Vista 25,692 6,448 5.1 Pueblo Nuevo 19,068 4,520 5.8 San Francisco 35,496 7,563 5.6 Parque Lefevre 30,863 6,634 6.2 Ro Abajo 25,417 5,941 6.3 Juan Daz 24,527 4,585 35.6 Pedregal 14,459 2,817 28.4 Sector del Distrito de San Miguelito 68,254 11,962 50.0 Amelia D. De Icaza 17,227 3,093 3.8 Belisario Porras 14,204 2,596 20.0 Jos D. Espinar 10,508 1,788 23.3 Mateo Iturralde 11,735 1,980 1.1 Victoriano Lorenzo 14,580 2,505 1.8 Total 393,336 85,510 155.4 Fuente: Censos Nacionales de 1970. Resultados Finales Bsicos de los distritos de San Miguelito y Panam. Direccin de Estadstica y Censo. Contralora General de la Repblica de Panam. Nota: Los sectores son espacios de los distritos de Panam y San Miguelito que integran la Ciudad de Panam. En el caso de San Miguelito el sector coincide con el tamao del distrito.

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Cuadro No 8 POBLACIN Y VIVIENDAS OCUPADAS EN LA CIUDAD DE PANAM. SEGN SECTOR Y CORREGIMIENTO. AO 1980 Sector y Corregimiento Sector del Distrito de Panam. San Felipe El Chorrillo Santa Ana La Exposicin o Calidonia Betania Bella Vista Pueblo Nuevo San Francisco Parque Lefevre Ro Abajo Juan Daz Pedregal Sector del Distrito de San Miguelito Amelia D. De Icaza Belisario Porras Jos D. Espinar Mateo Iturralde Victoriano Lorenzo Total Poblacin 372,225 11,696 25,145 27,806 28,602 43,981 28,136 21,105 34,962 34,128 31,989 51,944 32,731 156,611 24,103 80,012 23,351 12,237 16,908 528,836 Viviendas Superficie en Ocupadas Km2 88,863 105.4 3,005 6,540 7,464 7,683 10,168 7,433 5,376 8,247 8,053 7,810 10,445 6,639 30,371 4,521 15,669 4,750 2,275 3,156 119,234 0.5 0.4 1.3 1.6 8.6 5.1 5.8 5.6 6.2 6.3 35.6 28.4 50.0 3.8 20.0 23.3 1.1 1.8 155.4

Fuente: Censos Nacionales de 1980. Lugares Poblados de la Repblica, Volumen I. Direccin de Estadstica y Censo. Contralora General de la Repblica de Panam. Nota: Los sectores son espacios de los distritos de Panam y San Miguelito que integran la Ciudad de Panam. En el caso de San Miguelito el sector coincide con el tamao del distrito.

alcanza 238,620 viviendas ocupadas, lo que arroja un incremento de 56.3% (ver cuadros 8 y 9).

Para el ao de 1990, los ejidos de la Ciudad de Panam albergaban 643,597 habitantes y 152,639 viviendas ocupadas. Para el ao 2000, segn cifras preliminares alcanza la cifra de 952,723 habitantes y 238,620 viviendas ocupadas, lo que representa un incremento poblacional de 48.0% y un incremento de viviendas del orden del 56.3% con respecto a 1990 (ver cuadros 9 y 10).

En la dcada de los 80 vuelve el modelo de poblamiento espontneo con el surgimiento de barriadas como: Nueva Libia, Villa Milagro, Rogelio Sinan, etc., en el Distrito de San Miguelito, sector perifrico de la ciudad.

Para los aos 90 se forman comunidades brujas por el rea de Tocumen como: Cabra, Felipillo, Nueva Esperanza, Cabuya, La Siesta, etc.; y en el sector de Las Cumbres se forma las comunidades de: Altos de Santa Maria, Naos, Altos del Chanel, etc. El crecimiento urbano planificado tambien aporta su cuota.. Crece el sector de Villa Lucre, El Crisol, San Antonio, etc.

Cuadro No 9 POBLACIN Y VIVIENDAS OCUPADAS EN LA CIUDAD DE PANAM. SEGN SECTOR Y CORREGIMIENTO. AO 1990 Sector y Corregimiento Sector del Distrito de Panam. San Felipe El Chorrillo Santa Ana La Exposicin o Calidonia Betania Bella Vista Pueblo Nuevo San Francisco Parque Lefevre Ro Abajo Juan Daz Pedregal Sector del Distrito de San Miguelito Amelia D. De Icaza Belisario Porras Jos D. Espinar Mateo Iturralde Victoriano Lorenzo Total Poblacin Viviendas Superficie en Ocupadas Km2 400,572 100,994 105.4 10,282 20,488 27,657 23,974 46,611 29,986 21,289 34,262 38,163 33,155 73,809 40,896 243,025 33,901 119,400 58,745 13,662 17,317 643,597 2,912 4,628 7,688 6,906 12,056 7,546 5,770 9,191 9,958 8,668 16,508 9,163 51,645 7106 24,686 13,296 2,912 3,645 152,639 0.5 0.4 1.3 1.6 8.6 5.1 5.8 5.6 6.2 6.3 35.6 28.4 50.0 3.8 20.0 23.3 1.1 1.8 155.4

Fuente: Cifras Preliminares de los Distritos de Panam y San Miguelito. Censos Nacionales de 1990. Direccin de Estadstica y Censo. Contralora General de la Repblica de Panam. Nota: Los sectores son espacios de los distritos de Panam y San Miguelito que integran la Ciudad de Panam. En el caso de San Miguelito el sector coincide con el tamao del distrito.

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Cuadro No 10 POBLACIN Y VIVIENDAS OCUPADAS EN LA CIUDAD DE PANAM. SEGN SECTOR Y CORREGIMIENTO. AO 2000 Sector y Corregimiento Sector del Distrito de Panam. San Felipe El Chorrillo Santa Ana La Exposicin o Calidonia Curund Betania Bella Vista Pueblo Nuevo San Francisco Parque Lefevre Ro Abajo Juan Daz Pedregal Ancn Las Cumbres Pacora Tocumen Sector del Distrito de San Miguelito Amelia D. De Icaza Belisario Porras Jos D. Espinar Mateo Iturralde Victoriano Lorenzo Total Poblacin Viviendas Superficie en Ocupadas Km2 660,954 173,737 1448.8 6,312 22,189 20,242 18,076 18,646 44,016 42,046 17,837 34,137 36,811 26,914 87,265 45,033 10,233 92,624 57,323 81,250 291,769 33,901 119,400 58,745 13,662 17,317 952,723 2,083 6,692 6,482 6,114 4,942 12,982 18,868 5,348 10,351 10,346 8,012 21,854 11,221 2,692 21,895 14,216 19,639 64,883 7106 24,686 13,296 2,912 3,645 238,620 0.5 0.4 1.3 1.6 1.1 8.6 5.1 5.8 5.6 6.2 6.3 35.6 28.4 *664.5 106.0 479.4 92.4 50.0 3.8 20.0 23.3 1.1 1.8 1498.8

Fuente: Cifras Preliminares. Censos Nacionales del 2000. Direccin de Estadstica y Censo. Contralora General de la Repblica de Panam. * Incluye la totalidad del Corregimiento de Ancn.

Surgen centros comerciales, construccin de rascacielos; hay expansin urbana tanto horizontal como vertical. Es impresionante el crecimiento urbano vertical, claro con sus secuelas de problemas debido al cambio de zonificacin.

Actualmente la Ciudad de Panam parece una ciudad norteamericana, tipo Nueva York o Chicago, ya que, existen edificios que sobrepasan los 50 pisos, como las torres gemelas del complejo urbanstico Miramar en la Avenida balboa. Algo parecido est ocurriendo en Paitilla donde los edificios son una nota sobresaliente del paisaje urbano; aqu los edificios ya alcanzan los 60 pisos.

En los ltimos aos es notorio tambin el crecimiento vertical en el Cangrejo, Hato Pintado, La Cresta, Obarrio, San Francisco, Club X, Dos Mares, Costa del Este, Paitilla, Marbella, y Campo Alegre. Estos son sectores del centro de la ciudad con una sorprendente pujanza urbanstica.

Por otro lado, la construccin de viviendas y de complejos comerciales por la empresa privada ha acelerado la expansin urbana y espacial de la urbe

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capitalina. En Villa Lucre, Limajo, El Crisol, San Antonio, Tocumen, y Cerro Viento se estn construyendo barriadas residenciales, planificadas por la empresa privada. As mismo se han construido modernos centros comerciales como: Los Pueblos en Juan Daz; Plaza Conquistador frente a la Barriada el Crisol; Plaza Carolina en Chanis; Plaza dison en la va Ricardo J. Alfaro; contiguo a la Cervecera Nacional; Plaza gora en la va Transstmica y ltimamente La Gran Estacin (Pueblo Nuevo). En San Miguelito se tiene los centros comerciales Mis Provincias, Plaza Mallorca y prximamente el complejo comercial de los Andes. 2.4. Acuerdos que Reglamentan la Expansin de la Ciudad de Panam. En el siglo XIX la ciudad estaba conformada por los barrios de San Felipe y Santa Ana, luego sus linderos han sido ampliados por las siguientes normas legales: 1.Acuerdo No 6 de 28 de abril de 1915. La ciudad se encontraba dividida en 4 barrios, denominados: San Felipe, Santa Ana, Chorrillo y Calidonia. 2.Acuerdo No 32 de 12 de agosto de 1938. Incluye los 4 barrios

mencionados, con cambio de lmite de Calidonia hasta el Ro Matasnillo, donde inicia la nueva Urbanizacin Paitilla.

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3.Acuerdo No 5 del 22 de enero de 1953. Los lmites se extendieron hasta el Ro Matas Hernndez, e incluyeron los barrios de San Felipe, Santa Ana, Chorrillo, Calidonia, Bella Vista que era un sector de ste ltimo, San Francisco, Ro Abajo y Pueblo Nuevo. Un hecho importante, fue la inclusin de Panam La Vieja, la ciudad ms antigua del continente americano en el litoral Pacfico. 4.Acuerdo Municipal No 70 de 23 de junio de 1960. Abarca 13 de los 17 corregimientos del Distrito de Panam en ese entonces, incluyendo Chilibre, Pacora, Las Cumbres y Tocumen. Este acuerdo modific el rea de los corregimientos existentes en 1950, se crearon 7 corregimientos (Betania, Bella Vista, Parque Lefevre, San Miguelito, San Francisco, Ro Abajo y Pedregal); slo San Felipe, Santa Ana y El Chorrillo no sufrieron

modificaciones. 5.Resolucin No 19-96 de 23 febrero de 1996 emitida por el Ministerio de Vivienda. La ciudad comprende 17 de los 19 corregimientos del Distrito de Panam; se incluyen los corregimientos de Tocumen, Las Cumbres, Curund y parte de Ancn que no estaban en los lmites de 1960. Se excluyen los corregimientos de San Martn y Chilibre (Ver Mapa N 14).

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2.5. Red Vial de la Ciudad de Panam. La red vial de la Ciudad de Panam se compone de la siguiente manera: la Va Espaa que se construy en 1922, con 16.87 Km; la Va Transstmica o Simn Bolvar, construida en 1943, con 21.12 Km; la Avenida Balboa construida en 1945, con 3.51 Km; la Va Tocumen o Domingo Daz construida en 1947, con 29.37 Km; la Va Ricardo J. Alfaro, construida en 1970, con 8.25 Km; el Corredor Norte construido en 1998, la primera fase consta de 13.1 Km y la segunda fase de 15.77 Km, la cual, est en proceso de construccin y el Corredor Sur construido en 1999 con 19.8 Km.

Otras vas de importancia son: la Va Brasil con 2.64 Km; Va Cincuentenario, 5.1 Km; Interamericana, 16.13 Km; Va Porras, 2.34 Km y Va Fernndez de Crdoba con 4.45 Km (Ver Mapa No 15). 2.6. Incorporacin de las reas Revertidas del Canal al Desarrollo Urbano. Una parte del corregimiento de Ancn pertenece a los ejidos de la Ciudad de Panam en la actualidad. Es por eso que se incluye los planes de uso de las reas revertidas y su organismo rector: La Autoridad de la Regin Interocenica. Aunque se dar mayor nfasis al rea urbana tradicional, es

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menester incluir este tema por la importancia que representan las reas canaleras. 2.6.1. La Autoridad de la Regin Interocenica. La Ley 5 del 25 de febrero de 1993, modificada por la Ley 7 del 7 de marzo de 1995, faculta a la Autoridad de la Regin Interocenica (ARI) para organizar, planificar, custodiar, administrar y disponer de todos los bienes y reas revertidas, con arreglo a los planes generales y regionales; y a los planes parciales que se aprueben en el futuro para la mejor utilizacin de los mismos, en coordinacin con los organismos competentes del Estado, a fin de que los bienes revertidos sean incorporados gradualmente al desarrollo integral de la Nacin. 2.6.2. Comentarios Generales Acerca de los Planes de Uso de las reas Revertidas. Es por la ley No 21 del 2 de julio de 1997, por la cual, se aprueban el Plan Regional para el Desarrollo de la Regin Interocenica y el Plan General de Uso, Conservacin y Desarrollo del rea del Canal.

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El ordenamiento territorial para la Regin Interocenica consiste, sucintamente, en asignar a diferentes espacios y recursos uno o ms usos segn sus caractersticas.

El ordenamiento parte de los principios rectores que se sealan a continuacin: 1.Aprovechar la posicin geogrfica de Panam de tal manera que el Plan Regional como el Plan General coadyuven a sacar el mayor provecho

posible de la localizacin de la Regin Interocenica y del Canal de Panam. 2.Conservar a largo plazo los recursos, para la operacin del Canal de Panam como eje econmico de la Regin Interocenica, dando nfasis a los recursos hdricos y la prevencin de deterioros ambientales que pueden afectar la operacin eficiente de la va interocenica y su posible expansin futura. 3. Aprovechar la potencialidad de los recursos naturales de la Regin Interocenica con una perspectiva de desarrollo sostenible, destacando el aprovechamiento de dichos recursos, para apoyar nuevas oportunidades de empleo, produccin, exportacin y mejoras en la calidad de vida de la poblacin.

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4.Dar cabida en la ocupacin del espacio geogrfico, del crecimiento demogrfico, econmico y urbano en los prximos 25 aos, de acuerdo con la dinmica de crecimiento observada, la cual, ha de continuar en un futuro previsible conservando la riqueza del ambiente. 2.6.2.1. Plan Regional. El plan regional brindar un diagnstico e inventario del potencial de los recursos de la cuenca tomando en consideracin el uso econmico y social de estos y la riqueza ecolgica del rea.

Propone las siguientes categoras de uso: I reas Silvestres Protegidas; II reas de Produccin Rural; III reas Urbanas; IV reas de Compatibilidad con el rea del Canal; V reas con limitaciones y restricciones de uso y VI Otros Usos. 2.6.2.2. Plan General. El Plan General de Uso, Conservacin, y Desarrollo del rea del Canal se encarga de estudiar las distintas alternativas y recomendar y definir una estrategia de comercializacin de los bienes por revertir (Autoridad de la Regin Interocenica. El Desarrollo de las reas Canaleras, 1995, p.5).

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El enfoque de este intenta lograr la preservacin ambiental y el mximo aprovechamiento de las oportunidades del mercado dentro de un marco de implementacin flexible.

Divide el rea en subregiones que son: Atlntico, Atlntico Este, Central, Central Oeste, Central Este, Pacifico, Pacifico Oeste y Pacifico Este.

Las categoras de ordenamiento territorial que propone son las siguientes: I reas Silvestres protegidas; II reas de Produccin Rural; III reas Verdes Urbanas; IV reas de Generacin de Empleo; V reas de Uso Mixto; VI reas Residenciales; VII reas de Compatibilidad con la Operacin del Canal y VIII Otras reas.

CAPTULO TERCERO

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3. PANORMICA DE LOS DESASTRES NATURALES EN LA CIUDAD DE PANAM. 3.1. Desastres Naturales: Aspectos Conceptuales. A continuacin definiremos cada uno de los desastres naturales de importancia, como son: (a) Los Deslizamientos, (b) Las Inundaciones, (c) Los Sismos y (d) Los Vientos Huracanados.

Se ha tomado como referencia la Gua para las Normas de Prevencin y Procedimientos de Proteccin, elaborado por el Repblica de Panam (Panam, septiembre, 1993). 3.1.1. Deslizamientos. Se definen como los movimientos pendiente abajo, lentos o sbitos, de una ladera, formada por materiales naturales: roca, suelo, vegetacin o bien rellenos artificiales. SINAPROC de la

Las causas de los deslizamientos pueden ser por diversas razones, unas evidentes y otras que parecen imposibles, entre las cuales se destacan: (1) Sismos, (2) Lluvias, (3) Disparos, (4) Vibraciones de motores, (4)Truenos y rayos, (6) Ruidos de animales y (7) Gritos de personas. 3.1.2. Inundaciones. Las inundaciones son las invasiones repentinas de masas de agua en

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terrenos habitados por personas. Estas pueden ser graduales, es decir, lentas, que pueden dar tiempo a evacuar o violentas y rpidas, en las cuales, las prdidas materiales y de vidas humanas son cuantiosas.

Toda inundacin significa que cantidades variables de agua, debido a muy diversas causas, han invadido gradual o repentinamente reas que normalmente deberan encontrarse secas. Las inundaciones son prolongadas por las siguientes causas: (1) Las lluvias intensas y caudalosas, (2) Los crecimientos o cambios de cauces en los ros, (3) Los desbordamientos de mares y lagos, (4) Las rupturas de embalses y diques, as como de depsitos de gran tamao, y (5) Las obstrucciones de desages naturales o construidas por el hombre.

Las inundaciones tienen diferentes efectos segn se trate de penetraciones graduales o de corrientes violentas de agua. As mismo, hay notables diferencias cuando las inundaciones se desarrollan en campos, en instalaciones de diversas clases o en medios urbanos. 3.1.3. Sismos. Los sismos son manifestaciones de inestabilidad de la corteza terrestre. Estos varan en magnitud, intensidad y fuerza. Entre los principales casos

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de sismos se tiene: 3.1.3.1. Temblores. Son sismos de ligera intensidad que provocan daos menores, alarma general en la poblacin y algunas roturas de vidrios en edificios y comercios y dems infraestructuras urbanas. 3.1.3.2. Los Maremotos o Tsunamis. Son olas gigantes provocadas por movimientos ssmicos de gran magnitud en las dorsales ocenicas, estas llegan a tierra firme o rea continental, donde producen severos daos en las reas adyacentes al litoral del Ocano Pacfico: costas de Amrica, Asia y Oceana. 3.1.3.3. Los Terremotos. Son manifestaciones de inestabilidad de la corteza terrestre, se caracterizan por su gran magnitud, intensidad y poder inmisericorde. Estos suelen ser en la mayora de los casos catastrficos, por lo cual, casi siempre, logran doblegar a ser humano, porque destruye y arrasa todo lo que el hombre edifica para su progreso material y lo que consider este ltimo poda resistir los embates de este flagelo de la naturaleza.

No existen mtodos seguros para determinar con alguna anticipacin la presencia de un sismo y su posible intensidad o magnitud, sin embargo, recientes experimentos parecen estar llegando a mnimos deseables en

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materia de oportuna y precisa deteccin (Gua para las Normas de Prevencin y Procedimientos de Proteccin, 1993, p.2).

Las escalas de medida de los sismos son dos: (a) La escala Richter y (b) La escala modificada de Mercalli. Existen otras que no son de uso cotidiano, siendo stas las ms difundidas y usadas.

La escala Richter tiene como base de medida la magnitud del evento ssmico y mide en grados de magnitud. Es una escala abierta, por lo que, no tiene lmite en su medicin. Hasta la fecha se tiene un evento de magnitud 8.9 grados.

La escala modificada de Mercalli mide el movimiento ssmico en base la intensidad del evento: evaluacin de los daos provocados. Esta mide en grados de intensidad. Es una escala cerrada. El rango de intensidad va del 1 al 12, intensidad 1 solo es detectada por instrumentos e intensidad 12 es destruccin total (catstrofe).

La magnitud es la medida de la energa liberada en el foco o hipocentro (donde se origina el sismo en la profundidad del sustrato terrestre),

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mientras tanto, la intensidad expresa los efectos destructores en el lugar donde se evala los daos. 3.1.4. Vientos Huracanados. Hablamos de vientos huracanados, vientos fuertes o vendavales a los desastres naturales de origen atmosfrico que ocasionan daos locales en la infraestructura y en la poblacin. Se manifiestan en voladuras de techos, daos aislados en el tendido elctrico y en ciertas ocasiones inundaciones. Dentro de este apartado es necesario mencionar conceptos vinculados a los desastres naturales de origen atmosfrico, como son: 3.1.4.1. Los Huracanes. Son torbellinos muy violentos de aire que generalmente se originan y desarrollan sobre los mares tropicales, avanzando en grandes crculos. Sus dimetros crecen a medida que se desplazan. Generalmente se desarrollan parablicamente de este o oeste (Gua para las Normas de Prevencin y Procedimientos de Proteccin, 1993, p.5). 3.1.4.2. Los Tornados. Son torbellinos violentos de aire que generalmente se originan y desarrollan sobre los grandes valles, avanzando en crculos menores que los huracanes. Sus dimetros crecen hasta los 100 metros y alcanzan velocidades de hasta 400Km/h. Se forman, desarrollan y avanzan de

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arriba hacia abajo como si fueran cilindros arqueados. Los tornados son llamados tambin trombas o mangas, especialmente cuando estos fenmenos se producen en el mar. 3.2. Clasificacin de los desastres. Segn el Sistema Nacional de Proteccin Civil (SINAPROC) los desastres se clasifican en dos grandes categoras que son: (1) Naturales y (2) Antrpicos. 3.2.1. Naturales. Los cuales escapan a las manos del hombre, ya que, son provocados por la naturaleza; stos son los que causan mayor destruccin, dolor y

sufrimiento; debido a las prdidas humanas y materiales que originan; entre estos se encuentran los huracanes y los terremotos. Los desastres naturales, a su vez, se subdividen en: 3.2.1.1. Tectnicos. Provocados por la geologa del planeta tierra, la cual, es muy inestable por las fallas, placas tectnicas y actividad volcnica. Dentro de este tipo se tiene los: (1) Terremotos, (2) Tsunamis o Maremotos y Erupciones Volcnicas. 3.2.1.2. Meteorolgicos. Son los que tienen origen en la atmsfera terrestre, especialmente en la (3)

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troposfera. Estos provocan severos daos y catstrofes de gran magnitud. Tenemos dentro de esta clasificacin los siguientes: (1) Huracanes o Ciclones, (2)Inundaciones, (3)Tornados y (4)Tormentas. 3.2.1.3. Topolgicos. Desastres naturales que acontecen en la corteza terrestre. Estos se deben a consecuencia de los dos anteriores. Por ejemplo: Los movimientos ssmicos provocan alteraciones e inestabilidad en las vertientes provocando movimientos en masa. Tambin las abundantes lluvias y la escasez de stas generan la erosin del suelo por un lado o la infertilidad, aridez y desertificacin por el otro. Son considerados desastres naturales topolgicos: (1) Los Deslizamientos, (2) La Erosin, y (3) Las Sequas (ver cuadro No 11). 3.2.2. Antrpicos. Son los desastres provocados por el hombre o ser humano. La causas de estos desastres se dan, por lo general, debido al incumplimiento de las normas y reglamentos para construir; contaminacin ambiental y

qumica del aire y de la tierra; incendios, guerras, derrames de petrleo, epidemias, deforestacin, adelgazamiento de la capa de ozono, etc. 3.3. Principales Desastres Naturales Ocurridos en la Ciudad de Panam. 3.3.1. Deslizamientos.

Cuadro No 11 CLASIFICACIN DE LOS DESASTRES POR SU ORIGEN SEGN EL SISTEMA NACIONAL DE PROTECCIN CIVIL DE PANAM (SINAPROC)

Desastres NaturalesTectnicos -Terremotos. -Tsunamis o Maremotos. -Erupciones Volcnicas. Meteorolgicos -Huracanes -Inundaciones. -Erosin. -Tornados. -Sequas. -Tormentas. Topolgicos -Deslizamientos de tierra.

Desastres Antrpicos (Provocados por el hombre) -Contaminacin Ambiental -Incendios y Guerras. -Derrames de Petrleo. -Epidemias y Deforestacin. -Adelgazamiento de la capa de ozono. -Explosiones nucleares -Efecto invernadero

Fuente. El autor.

A continuacin se detallan los principales eventos ocurridos en la Ciudad de Panam: 1.En 1971 en la elegante barriada de Villa de las Fuentes, 13 viviendas, aun sin entregar, fueron afectadas por un deslizamiento. Villa de las Fuentes se ubica en el corregimiento de Betania. 2.El 26 de mayo de 1982, un reporte escueto seala derrumbes en Loma La Pava. Debido a los fuertes aguaceros se producen inundaciones y derrumbes en varios lugares. Loma La Pava se ubica en el corregimiento de Betania. 3.Segn datos recabados del diario La Prensa del 3 de julio de 1993 se produjeron deslizamientos de tierra debido a las intensas precipitaciones en: (1)El sector de la Cresta se produjo un derrumbe en un edificio en construccin ubicado entre los edificios El Cenit y Alczar; (2) Otro deslizamiento de tierra ocurri en la va Ricardo J. Alfaro, el incidente no cobr vidas humanas, pero si caus un enorme tranque vehicular; (3) En el sector de la Gloria de Betania, calle 75, casa 14, el estudiante de derecho de la Universidad de Panam, Mario Pitt, perdi la vida al derrumbarse parte de una colina sobre la casa de este. 4.El 28 de julio de 1995 debido a las copiosas lluvias se producen deslizamientos en Cerro Azul y San Miguelito. En San Miguelito el evento posiblemente tuvo lugar en el asentamiento espontneo San Isidro.

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5.El 25 de septiembre de 1995 debido a las fuertes precipitaciones se producen deslizamientos de tierra con graves prdidas materiales a varias familias propietarias de costosas viviendas, en el sector de Hato Pintado, corregimiento de Pueblo Nuevo. 6.El 5 de mayo de 1998. El sector de Villa Gr